Hemorragia Subaracnóidea Espontânea

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Sendo um dos temas trabalhos no curso para Residentes e Especializandos em Medicina Intensiva da Somiti (CREMI), a Hemorragia Subaracnóidea Espontânea (HSAE) é uma doença preocupante.

Convidamos o neurologista e intensivitas Drusus Pérez Marques parar destacar alguns pontos pertinentes sobre o assunto.

Marques ressalta que a HSAE é uma doença grave, e com grande aparição na neurologia e com altos índices de mortalidade, mas ainda é solucionável.

“O cuidado adequado é capaz de mudar drasticamente o desfecho dos pacientes”, diz. Por isso, a monitorização adequada é fundamental para identificar as complicações do paciente.

“O cuidado clínico bem feito aumenta as chances de sobrevida sem sequelas”, conclui Drusus.

Hemorragia Subaracnóidea Espontânea
Hemorragia Subaracnóidea Espontânea

Neste post blog, vamos listar algumas informações sobre a HSAE abordadas por Drusus Pérez.

Grupos de risco da Hemorragia Subaracnóidea Espontânea

Há uma incidência ligeiramente maior de HSAE em mulheres, em especial entre aquelas com cerca de 55 anos. Os homens, sobretudo aqueles na faixa etária de 25 a 45 anos e com mais de 85 anos, também são acometidos.

Sintomas da HSAE

Deve-se observar os sintomas apresentados pelo paciente para diagnosticá-lo corretamente.

De acordo com Dr. Drusus, a dor de cabeça é o principal sintoma de HSAE. “Geralmente é uma dor de cabeça muito intensa que atinge o máximo de intensidade em poucos minutos e pode ser seguida por uma síncope”, explica.

Náuseas, vômito, perda de consciência, rigidez de nuca, delírio, letargia e dificuldades para falar também estão entre os sintomas.

Diagnóstico da HSAE

A Tomografia de crânio é um exame fácil que pode ser realizado em pronto-socorros.

Quanto antes a tomografia de crânio for feita, melhor. Afinal, a sensibilidade do paciente é maior nas primeiras 24 horas após o HSAE – o que facilita o diagnóstico – e reduz consideravelmente após uma semana.

Este tema faz parte do Módulo 4: Neurológico, do CREMI – Curso Somiti para Residentes Especializandos em Medicina Intensiva.


O CREMI

Semanalmente, cerca de 80 residentes e representantes de Ligas Acadêmicas participam gratuitamente de aula expositiva sobre as mais diversas abordagens, dentre elas, temas cardiovasculares, respiratórios, de infectologia, neurologia e trauma.

Os encontros têm duração de 1h e acontecem durante todo o ano, às terças-feiras, na sede da Associação Médica de Minas Gerais.

No Cremi você tem acesso à visão multidisciplinar do atendimento em UTIs. Nos diferentes módulos do CREMI os alunos têm a oportunidade de participar de aulas complementares ministradas por fisioterapeutas, odontólogos, fonoaudiólogos e psicólogos, acrescentando conhecimento rico e indispensável para o alinhamento das condutas no cuidado interdisciplinar, e em equipe, do paciente crítico.

O CREMI também é oportinidade de networking

O Cremi proporciona aos residentes e especializandos em Medicina Intensiva um espaço de integração e networking, em que é possível conhecer profissionais que atuam em outros serviços e trocar experiências.

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